Mulher é morta a facadas em Santa Maria; ex-companheiro é principal suspeito - Agora Já -

Mulher é morta a facadas em Santa Maria; ex-companheiro é principal suspeito



Graziele de Oliveira, de 37 anos, tinha medida protetiva de urgência vigente contra o homem, que não teve o nome divulgado

Foto: Graziele de Oliveira, 37 anos, foi encontrada com ferimentos de faca. Arquivo pessoal / Arquivo pessoal
6 de novembro de 2026

Uma mulher de 37 anos foi morta a facadas na tarde desta quinta-feira (5), em Santa Maria, na região central do Rio Grande do Sul. A vítima foi identificada como Graziele de Oliveira. O ex-companheiro é o principal suspeito do crime.

De acordo com a Brigada Militar, o caso aconteceu por volta das 14h30min, na Rua Doze, no bairro Nova Santa Marta. A vítima foi encontrada morta, com ferimentos provocados por arma branca, na casa da família.

O principal suspeito é o ex-companheiro da vítima, um homem de 43 anos. De acordo com a Brigada Militar, ele possui antecedentes por ameaça e lesão corporal.

O homem fugiu em um veículo após o crime. As forças de segurança realizaram buscas na tentativa de localizá-lo, mas até a última atualização desta reportagem ele não havia sido localizado.

Vítima tinha solicitado medida protetiva

De acordo com a Brigada Militar, Graziele tinha uma medida protetiva de urgência vigente contra o suspeito, com validade até fevereiro de 2027.

O pedido de proteção foi feito em 25 de outubro, e o suspeito foi notificado da determinação no dia seguinte. Em 28 de outubro, porém, ele já havia descumprido a medida protetiva. Na ocasião, a Brigada Militar foi acionada e uma ocorrência foi formalizada.

Familiares ouvidos pela polícia relataram um histórico de agressões e ameaças atribuídas ao suspeito. Conforme a investigação, ele não estaria aceitando o fim do relacionamento.

O caso é investigado pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Santa Maria como feminicídio.

Se confirmado, esse será o 69º caso de feminicídio no Rio Grande do Sul neste ano.

Violência contra a mulher

É possível fazer denúncias de forma anônima e mesmo que a vítima não queira, já que a maior parte dos crimes dessa natureza são de ação pública incondicionada. Cabe à polícia investigar.

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Fonte: Polícia Civil do RS / Ministério Público do RS

Fonte : GZH 

Foto : Arquivo pessoal / Arquivo pessoal


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