Homem é solto da prisão, agride ex-companheira e é morto por PM em Tapejara; veja imagens - Agora Já -

Homem é solto da prisão, agride ex-companheira e é morto por PM em Tapejara; veja imagens



Segundo a Polícia Civil, o homem havia sido preso no fim de semana anterior após agredir e ameaçar a ex-companheira com uma arma

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25 de agosto de 2026

Um homem de 57 anos morreu após ser baleado por um policial militar durante uma ocorrência de violência contra a ex-companheira em Tapejara, no norte do Estado. O caso aconteceu na noite de domingo (23), no bairro São Paulo. Ele morreu no hospital durante a madrugada de segunda-feira (24).

Segundo a Polícia Civil, o homem havia sido preso em flagrante no fim de semana anterior, em 15 de agosto, após agredir e ameaçar a ex-companheira com uma arma. Um dia depois o homem foi solto pelo Poder Judiciário em liberdade provisória condicionada a medidas cautelares. Na mesma ocorrência, a vítima solicitou medida protetiva contra o homem, concedidas ainda na semana passada.

No último domingo (23), o homem foi até a casa da mulher e voltou a agredir a ex-companheira. A Brigada Militar foi acionada por volta das 20h de domingo.

Ao chegarem ao local, os policiais ordenaram que o homem se afastasse da vítima. Segundo a Polícia Civil, como ele continuou a agressão, um dos policiais efetuou um disparo para tentar interromper a violência.

Segundo a delegada que investiga o caso, Taís Neetzow, o casal estava junto por cerca de 8 anos mas havia se separado há uma semana, após a prisão do homem. A vítima também relatou que era agredida há 5 anos mas não havia registrado ocorrência.

O caso é investigado pela Polícia Civil. A dinâmica da ocorrência e as circunstâncias do disparo serão apuradas. A reportagem entrou em contato com a Brigada Militar para um posicionamento sobre o caso, mas ainda não obteve retorno. O espaço segue aberto.

Violência contra a mulher

É possível fazer denúncias de forma anônima e mesmo que a vítima não queira, já que a maior parte dos crimes dessa natureza são de ação pública incondicionada. Cabe à polícia investigar.

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Fonte: Polícia Civil do RS / Ministério Público do RS

Fonte : GZH 

Imagem : Policia  Civil / Divulgação


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